sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Watarréuuuuu?!

Infinitamente pra sempre sem acabar
Até onde as retas se encontram.
É ali que eu estou.
Estaticamente pensando
Nas coisas loucas
Que a vida me traz na bandeja de café da manhã
Com cereal e leite integral.
O sangue escorre rubro
Como o sol poente risca o chão duro.
Todas as metodologias freudianas
Não se fazem eficazes
Na minha vida cotidiana.
A busca do prazer pelo prazer
De um estado de felicidade estonteante
Só me faz feliz por instante
Inebriante teu olhar
Só faz eu me afundar
Mas se liga, guri!
Um dia tu vai te questionar
Sobre as voltas que a vida dá!
Porque eu já me perguntei
Eu já me odiei
O purpúreo e o verde limão
Fazem-me recordar de sorrir
E assim eu vou seguir.
Indefinivelmente eu.
Num mundo roxo só meu.
Piriformemente de cabeça pra baixo gordinha.
Sorridentemente disseminante.
Estilosamente diferente.
Misteriosamente opaca.
Aparentemente uma solução.
Verdadeiramente apenas mais um dos teus problemas.
Na tua cabeça. a doidinha.
Na minha quem é louco é tu!
Na minha boca, um piercing
E na tua boca cabe a minha?
Na boca cabe, mas eu não encaixo no teu coração.
Há quem diga que é vacilo.
Talvez uma distração.
Saindo pela noite acompanhada
Por meu companheiro inseparável
O voluptuoso destino me carrega
Em conjunto com minha mente ele me leva
E num misto de riso e lágrima
Eu caminho na Estrada Antiga
Viro na esquina da Nostailgia
Me sento ao teu lado
E me lembro da alegria.
As vibrações desafinam meu saxofone
Meu miocárdio descompassa
E eu vejo que quase tudo passa
Ah, e agora?
Que esse acalento passou
O que eu posso fazer?
Será que eu danço?
Ou arrumo o cabelo?
Me faço de santa?
Ou toco o puteiro?
Minha própria incógnita.
Se tiver a resposta...
Eu caso!
Quem sou eu?
O que sou eu?

Message to:

E esse descompasso
Que me segue a cada passo
Num sopro dos teus lábios
Preenche do meu peito cada espaço.

Eu queria te contar
Que ultimamente eu só sei chorar...
E queria te indagar
Se a sorrir podes me ensinar.

Talvez pra ti eu seja
Apenas mais uma que te quer
Como posso querer que me veja?
Se o que não falta é mulher?!

Tentar te conquistar...
E eu só sei envergonhar.
E nos meus versos singelos
Só pra ti eu quero cantar

Postulemos cá que eu vá me machucar.
Postulemos também que tu nem vá ligar.
Mas postulemos uma grandeza inversamente proporcional.
Que talvez exista uma faísca na parcela infinitesimal.

Nos teus olhos eu quero ver...
O teu mundo eu quero entender...
Mas nada é o bastante pra dizer
O quão grande pode se tornar o meu querer.

Acho que me fiz entender.
Depois destas palavras
Não há mais nada que eu possa falar.
Apenas te esperar.







::OMFG::
::WHAT I´M DOING?::
::S.O.S.::

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Assim... Simplesmente

Hoje eu acordei com uma vontade danada de gritar!
Hoje eu acordei com uma vontade danada de chorar!
Hoje eu acordei com uma vontade danada de morder...
Hoje eu acordei com uma vontade danada de te ver...

De rir sozinha.
De comer sardinha.

Hoje eu acordei com uma vontade danada de dançar!
Hoje eu acordei com uma vontade danada de chapar!
Hoje eu acordei com uma vontade danada de comprar.
Hoje eu acordei com uma vontade danada de solfejar.

De girar nua.
De tomar banho de chuva.

Hoje eu acordei com uma vontade danada de costurar meu coração.
Hoje eu acordei com uma vontade danada de poder te dizer não.
Hoje eu acordei com uma vontade danada de mudar minha postura.
Hoje eu acordei com uma vontade danada de fazer uma loucura.

De te agarrar na rua,
De te levar pra ver a Lua.

Hoje eu acordei com uma vontade danada de seguir.
Hoje eu acordei com uma vontade danada de rir.
Hoje eu acordei com uma vontade danada de te irritar,
Hoje eu acordei com uma vontade danada de te enciumar.

Me deu vontade de te fazer triste por sentir minha falta.
E te alegrar com minha presença.
Mas a minha ausência é tua paz,
Tua distância é minha conseqüência.

Hoje eu acordei com uma vontade danada de amar,
Mas as circunstâncias só fazem interrogar.
E a reposta mais óbvia me vêm a mente.
Você não me ama...
Assim, simplesmente.